Jeanine Rolim
Psicóloga, pedagoga, escritora e palestrante. Pós graduada na Teoria da Modificabilidade Estrutural Cognitiva de Reuven Feuerstein e especialista em Terapia Cognitivo Comportamental. Com grande experiência em gestão educacional, atuou por dois anos junto à população de risco numa ONG colombiana. Atualmente é psicóloga clínica e palestrante nas áreas de psicologia e educação, além de comentarista de rádio e Tv nos temas relacionados a comportamento. Autora dos livros Bullying sem blá-blá-blá em suas duas versões (infantil, pais/professores).
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Feliz Novos Dias!

Retrospeactivas, novos projetos, ano acabando e começando. Sempre acho um ano é muita coisa a se pensar… prefiro uma medida mais fracionada e, até por isso, mais facilmente vislubrada, pra essa mágica a que chamamos tempo…O dia.

Ele é muito mais que um aglomerado de 24 horas, X minutos ou XX segundos (nesse caso pouco importam os algarismos). Dia é aquele período no qual as oportunidades de fazer diferente se renovam, as chances de ir além se multiplicam, os humores maus dão lugar aos bons, os problemas às soluções, o cansaço ao descanso, as lágrimas aos sorrisos, a solidão à companhia, o medo à intrepidez, a ausência ao olho no olho, a fome à “barriga” cheia, o suor ao banho fresco, a pressa ao alívio, a agenda cheia ao montão de ok´s!, as vontades à saciedade, a disposição ao sono…

Tudo bem, eu sei, pra tudo isso a recíproca é verdadeira. Talvez nas próximas duas dezenas e quatro unidades de hora, o olho no olho se torne ausência, o descanso em cansaço, o frescor em suor, as soluções, novos problemas… Ahh, o dia.

Ele é essa coisa que começa de novo todo dia, na verdade no meio da noite, e termina ao meio dela. É essa margem de tempo em nossa existência que insiste em nos trazer para os recomeços, para novos tropeços, acertos e erros, alegrias e tristezas… É o incansável e implacável “ser” indefinido que persiste na tarefa diária de nos trazer à vida, sem atentar a quem convida. Ele é. Acontece. Nasce. Morre… ressuscita.

E ressuscita sem alarde, chegando de mansinho, quase numa espécie de carinho. Carinho de quem nos diz “Tente de novo!”, “Continue!” ou “Dessa vez vá por ali, será melhor pra você!”. Carinho que se repete 365 vezes a cada …ano.

Impossível por esses dias, não falar dele… Feliz novo ano, cheio de novos dias felizes!

. Jeanine Rolim .

**Foto de @fabiobioca

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